terça-feira, 11 de dezembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
PROJETO: LENDO E RELENDO AS BIBLIOTECAS DA REDE
TEMA: DE CONTO EM CONTO: Belém da História e da Memória.
Walcyr Monteiro apresentando um vídeo sobre as suas obras.
Crianças encantadas com as histórias de Walcyr Monteiro.

quinta-feira, 22 de março de 2012
Projeto: Belém-Pará-Brasil
A cidade fundada pelos nossos confrades Portugueses, recebera vários nomes como: Feliz Lusitânia, Santa Maria de Belém do Grão-Pará, e posteriormente, Belém. A cidade foi fundada às margens da Baía do Guajará em 12 de janeiro do ano de 1616. Os portugueses de início construíram um belo forte chamado "Forte do Castelo". Depois, Belém cresceu e se desenvolveu tornando-se hoje, conhecida no Brasil inteiro como a "Cidade das Mangueiras" ou a "Metrópole da Amazônia".
Leiamos abaixo uma linda composição, um hino de louvor sobre Belém
Letra: Bom dia, Belém
Composição: Edyr Proença e Adalcinha
Há muito que aqui no meu peito
Murmuram saudades azuis do teu céu
Respingos de orvalho me acordam
Luando telhados que a chuva cantou
O que é que tens feito, que estás tão faceira
Mais jovem que os jovens irmãos que deixei
Mais sábia que toda a ciência da terra
Mais terra, mais dona, do amor que te dei
Onde anda meu povo, meu rio, meu peixe
Meu sol, minha rede, meu tamba-tajá
A sesta, o sossego na tarde descalça
O sono suado do amor que se dá
E o orvalho invisível da flor se espalhando
Cantando cantigas e o vento soprando
Um novo dia vai enunciando, mandando e
Cantando cantigas de lá
Me abraça apertado que eu vou chegando
Sem sol e sem lua, sem rio e sem mar
Coberta de neve
Levada no pranto dos rios que correm
Cantigas no ar
Onde anda meu barco de vela azulada
De foi depenada sumindo sem dó
Onde anda a saudade da infância na grama
Dos campos tranquilos do meu Marajó
Belém, minha terra, meu rio, meu chão
Meu sol de janeiro a janeiro, a suar
Me beija, me abraça que eu
Quero matar a imensa saudade
Que quer me acabar
Sem círio de virgem, sem cheiro cheiroso
Sem a chuva das duas que não pode faltar
Murmuro saudades de noite abanando
Teu leque de estrelas
Belém do Pará!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Festa da criança
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Textos, Frases e Poemas de Incentivo à Leitura!!!
"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede". Carlos Drummond de Andrade
"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história". Bill Gates
Viajar pela leitura
Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim sem compromisso,
você vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!
"Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria". Jorge Luis Borges
"A leitura torna o homem completo; a conversação torna-o ágil, e o escrever dá-lhe precisão". Francis Bacon
"A leitura não deve ser mais do que um exercício para nos obrigar a pensar".Edward Gibbon
Felicidade clandestina (excerto) - Clarice Lispector
"(...) Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. As vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante".






